Falando de novo sobre Deltarune mas uh - na verdade é sobre Toby Fox, Gaster e como musica é física,,? Sei lá
(Como eu disse no texto - Tava doente e com o cérebro lento, então fiz algumas atualizações)
| (https://www.instagram.com/p/DL0P9wNP2Ey/) |
DELTARUNE TOMORROW FOR REAL. IS DELTARUNE SUMMER AGAIN, DELATRUUUUUUUNNNNNNEEEEEEE HEEEEEEEEEELLLLLLLLL NAAAAAAHHHHHHH
Mn eu tô com uma preguiça ABSURDA de escrever essa porraKKKKKKKKKKK. E eu tô todo lezado, doente pra caraio, meu cérebro virou um pudim, mas claro… Vamos fritar nossos neurônios, porque não????
E mesmo assim isso aqui provavelmente vai virar mais um texto gigantesco, muito mal organizado e delulu, porque aparentemente eu sou incapaz de ter pensamentos normais sobre qualquer coisa relacionada a Deltarune,,, sobre qualquer coisa no geral.
Vou de novo deixar uma playlist aqui caso você queira ler ouvindo musiquinhas selecionadas.
Meu último comentário sobre Deltarune ficou toda largada num canto, abandonada, estraçalhada, mas ela não morreu não tá. Ela continua válida. Só que com os capítulos novos e ela ganhou novos galhos, que vão voltar a ser mencionados provavelmente quando eu largar de cu doce e escrever uma leitura mais geral sobre o Kris e o que pra mim Deltarune nitidamente tá tentando falar sobre,,, Até o final do blog tbm é bem provável que vc acabe pegando spoiler da minha """teoria""" hehh,, mas quero falar oque preciso aqui antes do lançamento do cap 5 independente.
Assim como vou fazer mais leituras e mais comentários. Porque, porra, Deltarune é meu jogo favorito, eu tenho aproximadamente quinze milhões de palavras guardadas na garganta sobre essa franquia, e o principal que é o "MANO COMO ESSA COMUNIDADE TEM TANTA GENTE E POQUISSIMAS FALAM SOBRE ESSAS COISAS?????"-- as coisas q eu penso e vou falar no caso.
ENFIMMMM
Hoje eu quero falar sobre o queridão de todos,Toby Radiation Fox,quero fazer críticas leves à comunidade, e quero oprimir W. D. Gaster.
Especialmente o Gaster.
Principalmente o Gaster.
Sempre o Gaster.
Porque eu estou cansado desse homem. Ou da ideia desse homem. Ou na crença metafísica coletiva que prende a maior parte da comunidade nesse homemKKKKKKK. Seja lá o que ele é, essa coisa ai.
Agora, as influências dele? As fandoms que moldaram ele? Os valores que aparecem repetidamente nas histórias que ele admira? Coisas que ele escolhe escrever, que ele escolhe criticar? Qual mensagem ele tá buscando transmitir? Isso tudo vaza de um jeito que dá pra ser lido pela própria lore dos jogos.
E igual um bueiro de estação durante uma chuva apocalíptica.
Você consegue ver. Você consegue sentir. Você consegue interpretar.
Pelo menos pra mim uhhh,,, Dawmmnn...
VOLTANDO, eu fico meio triste quando vejo discussões sobre Undertale e Deltarune, porque uma quantidade absurda de teorias parece tratar Toby Fox como se ele simplesmente não fosse relevante, ele é só um ester egg né? O cachorro q te atropela e faz palhaçada. E a obra apareceu espontaneamente no universoKKKKK. Os personagens, temas, mensagens, escolhas narrativas e símbolos brotaram do chão por geração espontânea. O criador não tem relevância alguma dentro da própria criação.
O que é engraçado. Porque eu sinceramente acho que Toby Fox é uma das presenças mais visíveis dentro da própria obra, pra além dos cachorrinhos brancos aleatórios é claro. Ele está em todo lugar. Ele está nos diálogos. Nas piadas. Nos silêncios. Nos desconfortos. Nas escolhas. Nas coisas que ele permite que aconteçam. E principalmente nas coisas que ele NÃO permite.
Mas enfim.
Além do criador de dois dos jogos independentes mais importantes da indústria. Além do inventor da música. Além do homem que aparentemente acorda todo dia e escolhe ignorar completamente a existência da América Latina pq o Japão é mais foda,,, O que se passa na cabeça desse zé pra fazer o que ele tá fazendo?
Há um tempo atrás eu vi um vídeo de um gringo explicando pra uma galera mais nova quem era W. D. Gaster. Porque hoje em dia existe uma geração inteira entrando em Undertale pela primeira vez, que vira pra comunidade e pergunta: "Quem caralhos é esse tal de Gaster?"
E pra responder o cara começou a explicar toda a história. Os mistérios. As teorias. Os eventos. Os easter eggs. Os arquivos. Os segredos. Dando voltas e voltas e voltas.
Quando a resposta mais honesta do universo talvez seja:
"Gaster é importante porque nós ficamos obcecados."
Só isso.
Porque olhando friamente? Quando eu era criança eu assistia vídeos sobre Gaster. E eu adorava. Mas quando você junta todas essas teorias numa pilha gigante e olha de longe... Toda a questão do Gaster começa a ter outro tom.
Porque tá. Ele é o cientista. Ele é o homem que fala com as mãos. Ele caiu em sua própria criação. Ele está espalhado pelo tempo. Pelo espaço. Pela realidade. Beleza.
E daí? Qual é a relevância disso de verdade?
Ele é um deus? Um demônio? Uma entidade cósmica? O chefão final da existência?
Ou talvez ele seja só um sprite que um adulto que não era tão foda em programação largou no primeiro jogo dele sem ter muito significado, potencialmente colocada ali só para o cara não ser mencionado apenas em diálogos, e depois descartado porque não tinha necessidade. Até porque, lembrando, Toby foi desleixado e esqueceu um monte de coisa no código quando lançou o jogo, inclusive de proteger a 'Entry 17' com o Dogcheck (o sistema que barra quem fica mechendo no código atualmente), e teve que ir lá e trancar tudo nas atualizações recentes.
Na melhor das hipóteses ele é só o que a história nos confirmou até agora. Um cientista. Um pesquisador. Que talvez, só talvez pra além disso, uma pergunta, um teste, o jogo olhando de volta, verificando se você está prestando atenção, uma ferramenta narrativa.
Você sentiu alguma coisa? Você entendeu alguma coisa?
Ou... você preferiu passar mais tempo obcecado pela sua descoberta?
Mas não.
Claro que não podia ser isso. Não podia ser uma critica né? Imagina, um criador deixar uma mensagem pra quem só pensa de verdade, sobre seu jogo, se a conclusão do raciocinio todo foru uma resposta que só serve pra alimentar o próprio ego.
"EU desvendei o Gaster."
Enquanto a mensagem do jogo tá lá fora dormindo na chuva tadinha.
Imagina alguém usar um adulto frio, e extremamente focado no próprio progresso de maneira individualista, em contraponto a um protagonista jovem, focado em um progresso comunitário - no melhor final do jogo.
E no pior, ambos, da mesma forma, e pelo mesmo progresso egoista acabarem na escuridão.
Não não. semelhança de mais não é narrativa né? Só esquizofrenia.
Tinha que existir outra resposta. Um chefe secreto. Uma luta final. Um arquivo escondido. Uma recompensa. Uma revelação. E uma forma de transformar experiência em informação.
Porque existe uma coisa que fandoms fazem constantemente. Elas confundem compreensão com posse. Acham que entender uma obra significa extrair tudo dela. Catalogar tudo. Arquivar tudo. Consumir tudo. Explicar tudo. Como se uma história fosse um cadáver esperando autópsia. E não uma experiência.
E eu acho que grande parte da obsessão pelo Gaster nasce exatamente daí. Porque Gaster é um vazio. E seres humanos odeiam vazios. Nós preenchemos eles. Com teorias. Depois preenchemos as teorias com mais teorias. E depois passamos a amar as teorias mais do que o vazio que criou elas. Ok.
Eu nem acho a esse ponto que isso seja só uma interpretação minha. Porque quando a comunidade começou a desmontar Undertale procurando respostas nos arquivos, Toby Fox claramente pareceu desconfortável. E aí apareceu 'abc_123_a.ogg' (https://youtu.be/x_WUCvYkRyc?si=zT2BGOVmUnLTH5pg).
E a reação coletiva foi:
"MEU DEUS É UMA MENSAGEM DO GASTER."
Sério? Do Gaster? Do personagem que praticamente nem existe?
Ou talvez fosse simplesmente Toby Fox olhando para uma multidão desmontando sua obra peça por peça e pensando:
"Vocês sabem que dá pra comer o bolo sem destruir a cozinha inteira, né?"
Porque às vezes eu tenho a sensação de que a comunidade inteira olhou para um pedido de moderação e transformou ele em mais combustível para teorias. O que é quase poético.
O cara diz:
"Talvez vocês estejam procurando demais."
E a resposta é:
"MEU DEUS ISSO É UMA PISTA."
Inacreditável.
Fora é claro, esses outros detalhes que em 2026 são ignorados,,, acho q valem a pena serem relembrados:
"""Entrevista""" do Toby antes do lançamento de Delatrune...
E aí eu volto pra pergunta principal dessa porra (a porraKKKKK) do Gaster.
Que segredo viado? Que segredo exatamente vocês estão procurando?
Porque Undertale nunca me pareceu uma história sobre descobrir. Undertale me parece uma história sobre reconhecer. Reconhecer dor, afeto, culpa, humanidade. Reconhecer o outro.
Por baixo de toda 'magia', dos ataques, poderes, das rotas, universos paralelos e personagens engraçados. Existe uma mensagem ridiculamente simples.
Você não precisa ser um detetive pra entender a história. Você precisa ser um coração. Você é um coração. Pelo menos deveria.
Que se dane o quão grande o seu cérebro éKKKKKK, o quão rápido ele processa as coisas. Você tem bravura? Justiça? Bondade? Paciência? Integridade? Perseverança? Determinação?
Como você utiliza essas virtudes? O quanto você expõe elas? Tanto em Undertale quanto na vida real qualquer pessoa pode se utilizar dessas coisas de formas diferentes e sofrer o mesmo 'karma' dos finais dos jogos.
| Meu Deus eu fico tão agoniado quando eu vejo discussões inteiras reduzindo a obra a mistérios ocultos. Parece que pegaram uma história sobre empatia e transformaram ela numa caça ao tesouro, desmontaram um violino para descobrir por que a música era bonita. |
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Outra coisas que mais me faz estranhar quando as pessoas tentam separar completamente a obra do Toby dele mesmo ou embasar a leitura dos jogos com um "dane-se a mensagem" assinado em baixo, é que o cara literalmente passou anos colocando a própria forma de pensar dentro da música.
Se você fuçar as redes do Toby, fora os outros trabalhos pra Nintendo, collabs sonoras com outros artistas, os poucos reposts de comentários e analises musicais, e até as musicas de meme, você encontra um padrão tão gritante que fica difícil ignorar. Todas as musicas são a sobre relações, alteração/evolução ou algum sentimento. TODAS.
E isso é interessante porque quando as pessoas falam das trilhas dele elas geralmente tratam elas como se fossem associadas a personagens específicos, quando muitas vezes parece ser exatamente o contrário.
Os temas musicais dele raramente pertencem a uma pessoa.
Eles pertencem a um sentimento, ferida, motivação, um estado emocional ou uma ideia.
E por isso os leitmotifs dele funcionam tão bem. Porque eles não estão conectando personagens. Estão conectando significados.
Temas reaparecem de Homestuck a Pokémon não porque duas pessoas são secretamente a mesma, mas porque estão passando pelo mesmo processo emocional. Porque carregam o mesmo medo, culpa, esperança ou vazio.
E eu acho muito engraçado quando as pessoas se perguntam ou optam pelo extremo e relevam o:
"POR QUE MEGALOVANIA APARECE EM EARTHBOUND, HOMESTUCK E UNDERTALE?"
Porque não é sobre o Sans. Nunca foi.
A internet transformou a música nisso porque a luta dele virou a top batalha mais marcante da rota genocida. Mas a música existia antes. E continuou existindo fora da cena do Sans. Porque a ideia a a mensagem que ela carrega é maior que ele.
Ela tá nessas histórias pra soar como pânico, perseguição, estar encurralado e precisar agir pensando rápido, retomar as redais da situação, e ela reaparece exatamente nesses momentos.
E quando você começa a olhar para o resto das trilhas do Toby por essa lente, muita coisa muda. Porque os temas dele raramente descrevem indivíduos. Eles descrevem estados da alma.
"Mas o Gaster tem tema próprio dentro dos arquivos do jogo" (que não tocam na gameplay em momento nenhum) você pode argumentar.
E sim tem, enquanto ELE PRÓPRIO NÃO ESTÁ. Pq é um cientista que se perdeu e deixou de existir naquele plano. A quebra do padrão musical serve apenas para ilustrar essa ausência, a quebra de permanência do próprio personagem em relação ao universo em que ele existia em si, e não para criar uma presença oculta comandando o jogo. Siquer comanda.
Tornando o "Lomotif dele" a mesma coisa que os outros, temas de atmosfera e eventos. Você virar uma meia ao contrário não transforma ela em um diamante, não sei se tu sabe..
Bom- UAUUU almas em Undertale e Deltarune, que conceito novo né nunca vi antes KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
O interesse do Toby nunca parece ter sido construir um universo para ser decifrado, e sim construir emoções para serem sentidas.
Gente meu Deus, sei q eu tô me repetindo mas eu realmente acho exaustivo como parece que metade da comunidade está tentando descobrir como a máquina funciona enquanto o Toby está desesperadamente tentando mostrar por que ela existe.
Eu também meio que eu comecei a fritar mais nisso em 2025 por causa do meu pai. Ano passado antes dos capítulos mais recentes de Deltarune saírem eu tava realmente muito felizKKKKKKKK não conseguia calar a porra da boca e comecei a tentar explicar brevemente o que era Undertale pra ele. Falando dos personagens, as rotas mensagens, as ideias. E aí eu mencionei que a comunidade costumava abrir os arquivos do jogo procurando segredos.
Um pobre homem pré-idoso passou instantaneamente do modo "ouvindo educadamente" para o modo "horrorizado".
Tipo genuinamente horrorizado pra cacete.
"COMO ASSIM INVADIRAM OS ARQUIVOS DO JOGO?????"
E eu fiquei tipo: YASSSSSSSS!!! YASSSSSSSSS CARALHOOO!!!
MEU VELHO ENTENDEU!! ELE ENTENDEU COMPLETAMENTE!!!
Porque aquela reação veio de uma geração diferente de oq? 'Gamers'? Meu pai zerava qualquer jogo de 8h do Xbox mas não sei se consigo chamar ele assimKKKKKKKK mas enfim ----- ele é da galera que via jogos como obras. Experiências. Mensagens. Coisas para serem vividas. Não minas de dados ou planilhas. Quebra-cabeças infinitos.
E aí eu comecei a perceber uma coisa.
O Toby Fox também pertence um pouco a essa tradição, mesmo que ele esteja beirando o finalzinho dela pela idade, ele pegou ainda um pedaço dessa "filosofia".
Os jogos que influenciaram ele carregam essa mesma característica, principalmente os que foram base pros que ele fez. Eles não existem apenas para serem zerados, mas sim para deixar alguma coisa dentro de você.
E aí chegamos nas influências dele, que são hilariamente consistentes.
EarthBound - crianças salvando o universo. Homestuck - mais crianças salvando o universo. OFF - um sujeito estranho ""purificando"" o mundo. Toy Story - brinquedos salvando brinquedos. Touhou - garotas demônio salvando a cidade.
OK.
ENTENDEMOS.
O cachorro com sintomas de TDAH gosta de coisas sendo salvas. Mas né, claro, existem coisas mais profundas conectando todas essas obras.
Todas elas começam do mesmo jeito. Leves, coloridas, engraçadas, estranhas, confortáveis e musica boa pra caralho. Você entra achando que encontrou um mundo divertido e sai carregando os traumas emocionais de quinze pessoas diferentes.
Em todas elas existe um momento onde a fantasia para de esconder o que realmente está acontecendo, a aventura vira crescimento, a comédia vira melancolia e a porra da a inocência encontra a realidade.
Mano eu sei que tô metendo muitas "listas de características" nesse texto, mas literalmente não tem como só falar "características" sem ser específico sobre elas. Então pausa leve pra pedir desculpaKKKKKKK(me desculpa aioo</3),, vai continuar acontecendo. ENFIM.
E é exatamente nessa porra aí que está o coração da arte do Toby.
No fim das contas essas histórias nunca são sobre salvar o universo, essa é só a desculpa, o que está sendo salvo é sempre algo menor, muito mais frágil.
Uma amizade, uma memória, uma infância, uma identidade, uma pessoa, uma versão de si mesmo.
E por isso que quase todos esses personagens terminam parecidos. Eles passam por infernos. Cometem erros. Se perdem. Quebram. Mudam. E chegam ao final carregando a mesma conclusão.
"Eu não sou mais quem eu era."
"Eu não sou quem eu fingia ser."
"E talvez eu nunca tenha sido."
"Mas agora eu sei quem eu posso me tornar."
E honestamente? Quanto mais eu penso nisso, mais eu acho que essa sempre foi o foco do Toby Fox, mistérios? Códigos? Teorias? Gaster?
| (https://br.pinterest.com/pin/795307615483429734/) |
Não né porra.
Transformação.
A ideia de que pessoas podem mudar, pessoas podem se encontrar, sempre existe algo dentro de você que vale a pena salvar, mesmo quando todo o resto parece estar desmoronando.
E mano, de novo, agora eu vou ter q dar uma leve surtada e parecer um fudido que não sai de casa nem toma banho há 15 anos, mas votando pra porra do ponto central.
Tamo falando de um musico, Tá?
Se tem alguma classe de artistas que REALMENTE dominam metáforas e linguagem não literal, são músicos. Ninguém deveria sequer ousar interpretar uma obra em que musica é um puta foco e base narrativa, sem considerar isso.
Mas o que é música, afinal? Um “barulhinho bonito”? Não. Física, biologia e psicologia no mesmo eixo científico.
Stefan Koelsch descreve como a música ativa circuitos neurais profundos ligados a emoção e prazer; Edward Large estuda a percepção de ritmo como um sistema dinâmico; e a minha favorita de todas, minha sheyla, a Dra. Sylvie Nozaradan, que trabalha com o entrainment neural.
Uhm, quem sabe,,,
Eu lembrei de um vídeo do “Quadrinhos na Sarjeta” em que ele comenta uma “polêmica” meio besta que rolou com parte da comunidade nerd, sobre ele ser um canal que fala de quadrinhos, filmes, animes e mangás de um jeito mais analítico, trazendo filosofia, política, contexto histórico e leituras mais profundas das obras, ao invés de só ficar no superficial tipo “o ator é bonito” ou “a impressão da edição ficou boa”, e como isso supostamente “estraga a cultura pop” ou algo nessa linha. Que sim, n faz sentido nenhumKKKKK
E em um momento do vídeo ele faz um comentário que eu concordo muito, e que me lembrou o porquê desse cara ser tão foda e dono do meu canal favorito kkkkkaiiii, que basicamente é:
Quando você gosta de verdade de alguma coisa, independente da mídia, é natural querer pensar sobre ela em vários níveis, certo? Não só o que aparece de cara, mas também o que está por trás, o que influencia aquilo, com o que aquilo conversa em outras obras, que ideias ou filosofias estão sendo trabalhadas ali, certo?
(porrA do video em questão: https://youtu.be/gCZ3wKmkj_Q?si=dhVlviJzWCzGn_9s )
Enfim, achei que valia mencionar isso aqui.
Bom por enquanto independente do que eu fale, ou o Toby fale, as pessoas vão continuar com isso, direto delas. Só é que ermm,, os indícios de "amigão, para de falar de Gaster e destorcer o jogo, vc vai quebrar a cara" estão ai, gostaria que mais pessoas prestassem atenção nisso.
O Toby Fox não passou anos refinando leitmotifs para a comunidade tratar o jogo como um mega puzzle do Excel trancado. Ele construiu um universo para o seu coração sincronizar com o dos personagens.
No fim das contas, a cozinha inteira pode até vir abaixo, mas o bolo continua sendo sobre empatia. E para entender isso, você não precisa de um supercérebro de data miner. Você precisa ter uma alma. Um coração.






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